Talvez eu tenha uma leve mania de romantizar a bad. Talvez, tá?

Não que eu seja uma pessoa triste, longe disso, mas essa demonização da tristeza eu acho péssima. E sinceramente eu adoro o combo, as comidas calóricas, os filmes românticos, as músicas tristes, chuva na janela, chorar no transporte público, eu faço tudo. E com meus poucos 24 anos, posso dizer que já senti muita coisa.

Já me passaram a perna e quebraram o coração. Já tentaram consertar ele e deu merda. Já me fizeram muito feliz, também. Já mentiram pra mim, eu já menti de volta. Quebrei uns corações também, por mais que me doa admitir. Uma vida agitada, eu diria. Ai esses dias, tudo que eu já senti apareceu num disco lindo, gostoso e com um sotaque perfeito de Pernambuco, se não me engano. E eu preciso compartilhar.

Com vocês, “Sinto Muito”, de Duda Beat:

Gente, é a bad mais deliciosa que eu já provei. É tudo que eu já senti, mas com ritmo dançante. É aquela bad madura sabe? Vivi sim, sofri sim e agora to aqui goxtosa demais degustando umas memórias. Hoje vou dançar tudo que já sofri. Acho que é isso.

Algumas frases vindas diretamente das letras das músicas (e da minha vida amorosa) pra vocês entenderem do que eu estou falando:

Bédi Beat- “visto que você nunca me ligou, mas pergunta por aí como é que eu tô, de que tipo é o seu amor? Me explica que eu to tentando entender onde você quer chegar”

Bixinho- “Eu nunca senti desapego por ninguém”

Back to Bad- “A vida toda eu quis me dar inteira, mas você só queria a metade”

Egoísta- “Eu aprendi a ser egoísta com você, tá reclamando do que?”

Bolo de Rolo- “Eu não vou buscar a felicidade em mais ninguém”

Espero que cês gostem de Duda Beat tanto quanto eu e consigam desfrutar dessa bad deliciosa.