Akim Ribeiro tem 24 anos e acabou de se formar em Direito. Hoje, trabalha como advogado ambiental em um escritório. Após o expediente, deu uma passada no evento e adorou o que encontrou por lá. Sua mãe frequentava os bailes de soul music acreditando ser uma forma de empoderamento negro em uma época de poucos direitos.

Muito ligado à música e arte negra, curte Criolo, Emicida e bate palmas para Liniker: homem negro, andrógino, da periferia que faz um trabalho fantástico impondo sua voz.

FOTOGRAFIA: NATHALIA GOULART