Oi, gente linda!

Me chamo Ingredy Giuliasse e tenho 21 anos. Conhecer pessoas, lugares, energias, culturas – sem medo – me encanta demais. Na verdade, acho que se jogar de cabeça nas coisas é a resposta pra muitas questões.

Quando eu era pequena, enfiei na minha cabeça que queria ser médica. Cresci  e segui esse sonho que eu nem sabia que não era meu. No primeiro vestibular, não passei (graças a deus), mas não fiquei frustrada, e não entendi muito bem o porquê disso. Então, fui fazer veterinária na UFF. Não me arrependo, na verdade tá aí uma coisa que eu adoro: não me arrepender das coisas. Conheci pessoas incríveis, arrumei um estágio. Fiz dois períodos, até me perguntar “o que eu tô fazendo com os meus sonhos e comigo mesma?”. Larguei tudo pra trás.

Com 20 anos, entrei de cara num pré-vestibular de novo, e aqui estou: aprendendo diária e apaixonantemente, a experiência incrível que é ser seu próprio orgulho. Faço Comunicação Social na UFRJ, tô no terceiro período, pretendo seguir Publicidade e Propaganda e não poderia ser mais grata. Aliás, 1 ano sem comer chocolate foi a promessa que eu fiz pra isso. Foi uma morte lenta. Sério.

Desde que eu me entendo por gente, é Ingredy pra lá e pra cá com uma câmera analógica na mão. Quando veio a digital? Meu Deus, segura que lá vai ela. Eu amo fotografar e escrever, aliás, é mais que um amor ou trabalho, é uma terapia. Netflix é meu sobrenome naqueles domingos chuvosos. E praia é quase um mantra. É onde encontro uma paz que não sei explicar, e não precisa ser de dia, pode ser em qualquer momento.

Não consigo sair de casa com uma bolsinha pequena carregando só carteira e celular, como as pessoas normais fazem. Sempre tem um kit de sobrevivência na minha mochila. Minha família tá espalhada pelo Rio inteiro, tenho 6 irmãos e nem sei responder aquela pergunta simples: “endereço, por favor?”. A mão chega a tremer. Vejo de tudo um pouco, conheço todas as linhas de ônibus e comigo não tem essa de “procedência duvidosa”. Já comi e bebi em tudo que é canto e tô aqui, viva pra caramba! Me chamem pra uma cervejinha que eu vou amar. Aliás, faço coleção. Tenho por volta de 75 garrafas numa cristaleira que é o xodó da minha vida. Aprendi a gostar com a minha mãe (que mulher!), e fiz meu namorado aprender também.

Meu coração é manteiga, eu choro sem muito esforço, odeio ver gente brigando, e não sei deixar quem eu amo na mão. Se eu tiver na bad e passar um cachorro na minha frente, quem tava na bad? Eu não sei. Me importo demais e não sei se é um defeito, mas se for, quero continuar com ele. Minha cor favorita é azul, e a personalidade que me encanta é Frida Kahlo. Empatia é minha palavra favorita, energia é pra ser sentida, abraços são uma porta de entrada, e palavras de amor gratuito são a solução que mundo precisa em tempos de desamor.

 

Muito prazer, isso é só um pedacinho de mim.