E aí, tudo bom? Prazer, meu nome é Livia.

Tenho 21 anos, sou pisciana-tagarela-carioca, amante ferrenha de praia e carnaval de rua. Moro do outro lado da Baía de Guanabara (Alô Niterói!!) e talvez este fato, somado as características do meu signo, seja o principal motivo por eu estar quase sempre atrasada. Como Italiano com muita maionese temperada ao invés de Joelho e vou sempre para casa de fulano, mexmo, e não vamos discutir sobre isso.

Minha maior qualidade pode, também, ser o meu pior defeito. Não para as outras pessoas, mas, principalmente, para mim. Eu sinto muito, tudo, sempre. Mas certa vez, li uma frase que me fez enxergar essa característica com outros olhos. Nela dizia que não devíamos nos culpar por sermos sensíveis, e sim reconhecer isso como um sinal de grandeza, a famigerada empatia, sabe? E nesse mundo louco em que vivemos hoje, acho isso muito necessário. Sempre se colocar no lugar do próximo e nunca poupar sentimento.

A arte sempre esteve presente na minha vida. Desde que eu nasci, e em todos os meios possíveis. Seja no meu mapa astral, onde constava que eu tenderia para o lado artístico, seja em casa, com um vô desenhista, um pai músico nas horas vagas e uma mãe entusiasta das artes, seja na escola em que estudei a minha vida inteira, que era calcada no construtivismo. Como deu pra perceber, incentivo para seguir nessa área nunca me faltou, e eu não consigo colocar em palavras o quão grata eu sou por isso.

A minha escolha universitária surgiu, então, de forma muito natural e sem pressão alguma. Foi no ensino médio que fui apresentada ao curso de Indumentária da Escola de Belas Artes da UFRJ, e, logo de cara, pude ver ali a possibilidade de juntar todos os meus interesses num curso só; eu poderia trabalhar com moda, fugindo do seu viés mais consumista, e com história da arte ao mesmo tempo. Atualmente, depois de algumas greves e paralisações necessárias, estou cursando o sétimo período, e, se tudo der certo eu ainda me formo esse ano (fé no pai que esse diploma sai! rsrs).

Dança e música são dois grandes hobbies para mim. Fiz, dos 6 aos 16 anos de idade, aula de jazz, e eu sempre contava os dias para as apresentações de fim de ano chegarem. Mas, até hoje, é só colocar qualquer música que já começo a mexer meus pezinhos tamanho 35. E por falar em música, nesse quesito sou bem melhor como plateia mesmo. Meu pai tentou me ensinar a tocar violão e meu professor de música insistiu para que eu entrasse no coral da escola, mas, infelizmente, nenhuma dessas alternativas obtiveram êxito. Ainda assim, eu canto o tempo todo, de tudo um pouco e em qualquer lugar. Cuidado com seus ouvidos!

Meu perfil no Spotify define bem meu estilo; eclética pra caramba. Começo com Rihanna, passo por um sertanejo, um pancadão, uma MPB e vou de Bieber a Beatles numa só playlist, fácil, fácil.

Quando criança, eu sempre queria combinar as minhas roupas e sempre discutia com a minha mãe quando ela não deixava eu sair com a calça listrada, a blusa florida e tênis colorido (hoje em dia é tendência, viu mãe?). Na escola eu adorava pensar e montar looks para mim e para as minhas amigas, e elas sempre me consultavam na hora de escolher ou comprar alguma roupa, por que eu sempre achava várias opções legais por preços bem mais em conta do que o normal.

Desde pequena eu questionava o porquê da diferença de preço em produtos semelhantes, porém, de lojas diferentes. Acho que foi aí que eu me tornei aloka das promoções. Mas, mais importante que isso, foi, e ainda é, exercitar a ideia de consumo consciente num sistema que faz tudo na contramão para que isso não seja possível. Pensar em tudo que está envolvido na cadeia de produção até consumidor final, nós. Mas, sem problemas, ninguém disse que ia ser fácil.

Ufa, eu falei que era tagarela, né? Mas, enfim, por hoje é só (???). Aguardo vocês, ansiosa, nos próximos posts.

Beijos <3