Oi, povinho!

Se tem uma coisa que eu gosto é quando livro vira filme. Gosto mais ainda quando o filme é fiel ao livro e é exatamente o que acontece com Orgulho e Preconceito, ou seja, só amor!

Esse filme é daqueles que nos passa a sensação de borboletas no estômago, aqueles que a gente se sente na pele dos personagens e fica pensando em situações da nossa vida que passamos por algo parecido. A gente torce pelo amor dos personagens do início ao fim.

Orgulho e Preconceito se passa lá no século XVIII e conta a história de uma família simples da Inglaterra. As 5 filhas da família – Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty – estão predestinadas a arrumar um marido por causa do “desespero” da mãe de garantir um futuro para as filhas, mas Elizabeth (ou Lizzy) não quer que seu companheiro seja apenas um negócio entre famílias e sim um relacionamento, onde tenha amor e respeito.

Eis que o Dr. Darcy surge na trama! Ele aparece na cidade onde Lizzy mora, acompanhado de seu amigo Bingley, que é o mais novo vizinho da família. Por ser de classe alta, Dr. Darcy fica um pouco incomodado com o que vê e quem conhece, fazendo com que o personagem seja calado e muito misterioso.

E é após a chegada desse mocinho misterioso e com cara de cachorro abandonado que o filme ganha força. Naquelas festas típicas de antigamente, com roupas bonitas, comidas que não cabem na nossa pequena barriga e danças agitadas, que Lizzy fofa conhece o Dr. Darcy. E aí, miga, é amor à primeira vista real, mas ambos são teimosos e não querem dar o braço a torcer. Nessa festa, Darcy diz que ali não há uma mulher que mereça uma segunda olhada e Lizzy acaba se tornando intolerante a Darcy, acreditando ser ele a pessoa mais orgulhosa que ela já conheceu.

Mas aí, que que acontece? Bingley e Jane começam a se conhecer melhor, se apaixonam e isso faz com que os encontros de Darcy e Lizzy sejam cada vez mais frequentes e intensos, e por mais que eles discutam o tempo todo, começam a se interessar mais e mais pelo outro. Até que os garotos voltam à Londres, Jane fica extremamente arrasada e Lizzy um pouco aliviada por não ter que lidar mais com esse sentimento, mas vida é uma caixinha de surpresas, o boy volta a cidade e os dois começam a ficar praticamente dependentes de ver e conhecer melhor o outro, e tcharam!

Pegando um pouco a parte mais profissional do filme, só tenho elogios. Desde o figurino, a fotografia, como também a fidelidade ao livro e como ambos (livro e filme) conseguem mastigar bem cada história do personagem, é tudo muito lindo e incrível. É o tipo de filme que a gente torce pelo casal e fica falando sozinha tipo dando conselho durante o filme, sabe? Juro que vale a pena. Vamos compartilhar o amor, meu povo.

Beijocas, see u!