Dando continuidade ao post que eu fiz no finalzinho de outubro, resolvi entrevistar e compartilhar com vocês o pouco que eu conheci da artista Panmela Castro, carioca, nascida e criada no subúrbio do Rio de Janeiro.

A Panmela assina os grafites que espalha pelos muros da cidade maravilhosa desde 2006, com o seu nome de guerra “Anarkia boladona”, e tem sua voz nas ruas através de desenhos que falam de feminismo, violência contra a mulher, sua força e o mundo que a cerca.

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Começou o projeto “Grafite Contra a Violência Doméstica” através dos seus desenhos, projeto de conscientização de comunidades carentes aqui no RJ, que tomou proporções internacionais.

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Na adolescência pichava para ir contra os valores quadrados de sua família, o que acabou gerando de forma mais elaborada, seus grafites de hoje em dia e sua militância em geral.

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A migração da pichação para o grafite foi por perceber que o grafite hoje em dia é uma forma de manifestação bem vista pela sociedade, a qual já é aceita e ouvida. Sua ideia é conscientizar e não ir contra o mundo. No mais, conquistou sua liberdade e sua voz nas ruas!

Conheçam mais o seu trabalho acessando o seu Instagram e as suas outras redes sociais.

O que acharam?