next stop?, partiu?, por aí

Bonito: o que fazer.

22 de janeiro de 2017 / por

Bonito é considerado o maior destino para eco turismo no Brasil. As opções de passeios são infinitas e é necessário mais de meses para conhecer todos eles. Então uma coisa você precisa aceitar, não vai dar pra fazer tudo que você tem vontade, mas o bizu é escolher pelo menos 1 tipo de cada opção que a cidade oferece: 1 gruta, 1 flutuação, 1 aventura, 1 day use (são tipo clubes para você ficar o dia inteiro) e 1 trilha com cachoeiras.

No meu caso foram: Continue lendo…

pra assistir!

A vida é agridoce em “O Sal da Terra”.

21 de janeiro de 2017 / por

Nascido em 8 de fevereiro de 1944 no município mineiro de Aimorés, Sebastião Salgado não se via como fotógrafo desde sempre. Formado em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Salgado apenas descobriu sua real vocação anos depois. O Sal da Terra, documentário indicado ao Oscar e dirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado (filho de Sebastião), conta toda a interessante trajetória do fotógrafo ao longo de anos de dedicação e imersão no que gostaria de expressar em suas fotografias.

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Pode-se dizer que, antes de tudo, O Sal de Terra é um testamento de Sebastião Salgado ao legado que ele nos deixou. Inicialmente um fotógrafo  de cunho social, Salgado fotografou inúmeros acontecimentos que transparecem a tamanha selvageria do mundo que vivemos hoje. Não selvageria de selvas e não civilizados, mas a de como nós, humanos, estamos inseridos num mundo cujos opostos são extremos. E como nós, apenas peças do jogo, sofremos, lutamos, vivemos e morremos. A terra é salgada e é o que sentimos ao adentrarmos e  visualizarmos cada vez mais os trabalhos do brasileiro.

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Por uma perspectiva, O Sal da Terra também é um documentário sobre um grande ídolo da fotografia (pelos olhos do co-diretor e admirador Wim Wenders). Sob outra, é sobre um pai ausente por conta de seu trabalho, cujo filho busca compreendê-lo (pelos olhos de Juliano). Cronologicamente, o documentário nos conta como Sebastião sempre motivou-se a fotografar olhos, caras e bocas de pessoas que vivem mundos totalmente diferentes do nosso, onde pobreza, violência e opressão assumem proporções maiores do que ousaríamos imaginar.

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Em seu decorrer, O Sal da Terra torna-se cada vez mais chocante. Após trabalhos que demandavam meses para serem completos, Sebastião já embarcava em outro mais complexo e difícil. Serra Pelada, Rússia, México e Nigéria. Entre tantos outros lugares, Salgado consegue transparecer os sentimentos dos protagonistas de suas obras e exprime grande empatia por povos que conviveu por dias e semanas. Sebastião realmente viveu seu trabalho e encontrou nele uma forma de avisar ao mundo o que está acontecendo.

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Sebastião nos fornece detalhes inéditos de seus trabalhos e conta histórias por trás das fotografias que arrepiam o espectador pelo quão grande pode ser o poder de uma imagem. Por isso, o documentário é certamente mais delicado, um pouco intimista, ao mesmo tempo que lhe falta mais firmeza ao deixar de abordar e debater os problemas e divergências que Salgado fotografa. Mesmo assim, o filme não se perde ao traçar uma linha narrativa à história: a cada novo ensaio, Sebastião presenciou atrocidades que lhe fizeram enxergar o mundo com pessimismo e incredulidade.

O conceito buscado por Sebastião em um de seus maiores ensaios, “Genesis”, também um de seus mais recentes, era buscar lugares intocados no planeta, locais que existem desde os primórdios. De maneira poética, Salgado narra suas aventuras pelo ensaio, enquanto novas experiências lhe fizeram enxergar que mesmo nas trevas há um pouco de luz. Diferente de tudo que havia feito, “Genesis” fotografa em sua maioria a natureza, totalmente contrário ao cunho social que Sebastião empregou em todas suas obras.

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No fim, O Sal da Terra é um belíssimo ensaio sobre a vida. Em suas fotos, Salgado realmente capta a essência do mundo e todas as dores, sorrisos e anseios que nele existem. Não somente, Salgado mostra o verdadeiro mundo. É como se víssemos suas fotos e realmente sentíssemos o chão.

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Se Salgado abriu os olhos do mundo, O Sal da Terra vai abrir seus olhos para reconhecer o trabalho de um dos maiores fotógrafos do mundo. De beleza e qualidade inquestionáveis, vale a pena cada minuto.

“O Sal da Terra” está disponível na Netflix.

aperta o play!

Do Underground ao Main Stream.

20 de janeiro de 2017 / por

Nascido e criado na Austrália, Harley Edward sempre soube que tinha o dom para música. Com apenas 13 anos começou a fazer seus beats e empreender novos estilos musicais, porém o cenário underground da música eletrônica na época era muito fraco e desconhecido. Quando completou 20 anos, Harley lançou seu primeiro single de sucesso (Sleepless) junto ao seu nome artístico, Flume. Desde então, Flume não para de fazer sucesso e movimentar o cenário musical quando em 2012 consolidou-se como um grande influenciador e um ótimo dj.

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Ainda na Austrália, Flume fez ótimas parcerias, produzindo músicas para vários artistas e entre eles o cantor Chet Faker. Chet, por sua vez, deu maior visibilidade ao trabalho do dj, como na música “Drop the Game” e posteriormente em outras músicas. Flume então tornara-se um Continue lendo…

cariocando nas ruas

#CariocandoNasRuas | FRIENDS.

20 de janeiro de 2017 / por

Fotógrafa formada pela Estácio, Mariana começou a trabalhar com cinema e se encontrou na Direção de Arte e na fotografia still (fotografia parada, sem movimento). Integrante do Coletivo Arteiras, que tem como principal motivação trazer as mulheres para o mundo da arte, Mari confessou pra gente que está reassistindo FRIENDS e que seu look esta todo inspirado na Monica, personagem da série. Ta lindíssima, né?

Fotografias: Marcelle Tauchen

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